Como vai sua relação afetiva?

Você está contente com a qualidade do seu relacionamento? Pode ser que, nesse momento, você não esteja se relacionando. Se esse for o seu caso, essa é a sua escolha? Como foram seus últimos relacionamentos? Você encerra completamente seus antigos relacionamentos? Você já percebeu se existe um padrão na formação de seus vínculos com o outro? Caso nunca tenha pensado nisso, que tal refletir por alguns momentos? Talvez você perceba que existe um padrão que se repete em suas relações.

Eis aqui alguns exemplos mais comuns: você se relaciona muitas vezes com pessoas bastante problemáticas, comprometidas, com dificuldades de se separarem da família ou pessoas extremamente controladoras, ciumentas e possessivas. Ou talvez você sempre seja traído ou enganado. Ou se relacione sempre com pessoas que têm muita dificuldade de ganhar dinheiro e acaba sendo aquele que é o responsável pelo orçamento do casal e se sente sobrecarregado ou explorado. Ou, ao contrário, você acaba sendo aquele que, muitas vezes, recebe mais ajuda e pode se sentir incapaz.

Talvez você seja bastante agressivo e esse comportamento gere mal-entendidos e limitações na intimidade do casal. Pode ser que você não se sinta reconhecido ou valorizado em suas relações e, por isso, vá se afastando do seu parceiro. Pode ser que você tenha dificuldade de se expressar, não goste de se relacionar com os amigos de seu parceiro e isso acabe criando uma dificuldade nas redes sociais do casal.

Talvez não aconteça nada em sua relação. Será que ela está estacionada em ponto morto?

E quando se trata da sexualidade, como você se relaciona com o prazer? Acredita que o outro seja o único responsável pelo seu prazer? Como vai o seu prazer de viver?

Pois é, as perguntas não param! Tantos outros desafios acontecem entre, pelo menos, duas pessoas. O caminho da relação, é o meu caminho. Através dele, experimento constantemente a possibilidade de transcender, curar, reprocessar os vínculos e feridas infantis, tornando-me cada vez mais um ser humano mais humano, mais amadurecido, resiliente e, portanto, menos reativo.

Minhas qualidades vão tomando um espaço maior em minha vida, me sinto mais amoroso e compassivo, além de cada vez mais agradecido e pleno. E nessa plenitude aceito o outro cada vez mais como ele é e, à medida em que vou tomando consciência, vou me despedindo das expectativas que ainda tenho em relação a ele, aprendendo a me dar o que antes exigia do parceiro. E assim vamos caminhando na direção de um relacionamento saudável.

2018-04-26T17:35:54+00:00

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